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Caminhões e carretas para o agronegócio

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O agronegócio move o maior volume de carga do Brasil e exige equipamento dimensionado para janela curta de safra: graneleira de 3 eixos para a rota curta até o armazém, bitrem de 7 eixos quando a lavoura fica longe, e rodotrem de 9 eixos nos corredores autorizados até o porto. Quanto maior a composição, menor o custo por saca transportada — e maior a exigência de tração do cavalo, que na prática é sempre 6x4 no piso de terra e na serra.

Equipamentos usados nesta operação

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Perguntas frequentes — agronegócio

Qual conjunto rende mais no transporte de grãos?
Depende da distância e da rota autorizada. Na rota curta até o armazém, a graneleira de 3 eixos (32 a 37 toneladas) tem o melhor custo de aquisição. Em rota média, o bitrem de 7 eixos leva até 57 toneladas de PBTC sem AET. Nos corredores longos até o porto, o rodotrem de 9 eixos chega a 74 toneladas com AET e derruba o custo por tonelada em até 30%.
Por que o agro usa cavalo 6x4 e não 6x2?
Porque a operação sai do asfalto: estrada de terra, pátio de fazenda e rampa de armazém exigem tração nos dois eixos traseiros. Um 6x2 puxa bitrem carregado no asfalto plano, mas atola e sofre em piso ruim — por isso o mercado de usados do Centro-Oeste praticamente só negocia 6x4.
O que muda no equipamento entre safra e entressafra?
Na safra o conjunto roda grão em regime intenso; na entressafra migra para farelo, fertilizante ensacado e milho de estoque. Equipamentos dedicados como a canavieira não têm frete alternativo — por isso o negócio se fecha junto com o contrato de usina.

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